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23.8.12

As fotografias estavam prometidas e finalmente foram tiradas.
Para quem gosta de tecidos, linhas, botões e afins, a Casa Verde, em Silves, é paragem obrigatória. Só para apreciar a beleza da retrosaria vale a pena a visita. Existe desde 1920.

Rua José Estevão,  21 e 23
8300-165 Silves





1.5.12

Dia de Maio: será assim enquanto existir um campo verde, um prato de caracóis, um raio de sol, a vontade de os trabalhadores se juntarem. E somos tantos...




27.6.11

Se alguém estiver interessado em alugar um apartamento para férias no Algarve, pode enviar-me um e-mail para giborg@gmail.com. Fica em São Bartolomeu de Messines a 20 min. da praia.


26.6.11

Mantimentos...
Ter vizinhos, no verdadeiro significado da palavra, é uma das razões porque gosto desta aldeia.
Ter vizinhos que fazem a aldeia parecer um jardim é melhor ainda.


18.6.11

Mar, gostei de te rever no último fim-de-semana. Estás tão perto e eu não te via há tanto tempo. Às vezes basta saber que durmo mais ou menos paralela a ti e que lá em cima, quando abro a janela te vislumbro uma tirinha.

22.5.11

Quando eu me queixar da confusão que é o Algarve no verão, alguém que me recorde que os estrangeiros residentes vão às feiras de velharias vender coisas destas:



5.3.11

Da minha mãe, em cima de uma manta retalheira irmã desta.

Para ter uma manta destas basta ter a paciência de cortar metros e metros de retalhos de tecido e entregar a um senhor que as tece e que está na vila nos dias do mercado mensal. Depois é só esperar pelo mês seguinte.

4.3.11

Nunca entrei nesta galeria, mas acho que vale a pena, mais que não seja pelo chão. Hoje fotografei-a durante um passeio de quinze minutos para desanuviar à hora do almoço. Vou tentar fazer isto mais vezes. Preciso de ar.


1.3.11

Ficam do outro lado da ponte. Já fui tarde, mas ainda apanhei algumas. Lembrei-me que era tempo delas por causa desta linda série de fotografias: 1, 2, 3. Aproveitei para andar e apanhar um pouco de sol.



3.11.10

À parte da secção favorita da minha irmã (utensílios de cozinha e afins) pouco me encheu a vista. Pelo menos fiquei contente por terem banido as barraquinhas brancas formatadas que encontrei há alguns anos; a Feira de Todos os Santos de Silves voltou à desorganização inicial que a torna uma feira. Bom também, foi ter encontrado por lá e fotografado aquele que talvez seja o último latoeiro do Algarve a observar as latas alheias com olhar vivo e crítico!




P.S. Procura-se companhia bem-humorada para visitar feiras, mercados, fleamarkets e afins. Dá-se preferência a quem goste de achar e fotografar coisas estranhas.

18.8.10

Feira medieval de Silves. Ou será feira marroquina? Seja como for, serviu para ir para fora cá dentro.

 



Descobri lá o projecto Homestreethome e comprei esta blusa.

11.8.10

(eu + eu) hoje decidi ir à praia durante todo o dia em vez de ir só de manhã ou de tarde como tenho feito ultimamente. Procurei uma praia diferente porque já havia dois dias que via peixes mortos na lagoa dos Salgados... Mais de uma hora depois de ter saído de casa, cheguei à Praia do Barranco das Belharucas. Tive que passar por Albufeira, o que significou um caminho intercalado de rotundas e lombas absurdas (basta não ir a Albufeira durante um mês e pop! lá está mais uma rotunda!); de Albufeira a Loulé: rotundas, rotundas, rotundas e filas de carros. Em Agosto, é preciso ir para a praia às sete da manhã porque quem chega mais tarde já não encontra lugar. Foi o meu caso. Devo dizer que a Praia das Belharucas era sossegada há uns anos atrás, agora não há buraco no Algarve que as hordas de turistas não tenham descoberto. Eu, estúpida e contribuindo para a desvastação da natureza, no desespero de não encontrar lugar, meti-me pelo barranco que está cada vez mais pisoteado e largo, e nesta altura do ano é um parque de estacionamento caótico. Consegui atolar o carro na areia ao tentar estacionar. Valeu-me uma família simpática que me ajudou a sair daquele pesadelo (note to myself: eu não tenho um jipe). Voltei para trás estacionei num espaço que entretanto tinha vagado e fiz o longo barranco a pé como aliás só deveria ser permitido. Já na praia, devo ter mudado de lugar umas cinco vezes. Com a maré a subir cada vez mais, a praia ficou reduzida a 5 metros de areal mas, claro, com mais pessoas e um calor infernal. Valeu pela água que estava uma delícia, pelos figos e pelas fotos que ainda consegui tirar na fase menos apinhada. Saudades da Costa Vicentina... And last but not the least , no fim do dia enganei-me no caminho e tive voltar pela estrada do Algoz (para quem não conhece, esta estrada emblemática do concelho de Silves é uma sucessão de buracos, o procedimento normal, contando que não venham carros em sentido contrário, é circular no meio da estrada para evitar partir o carro, a minha simpatia para quem a faz todos os dias).










Ufa! Estou de volta à serra!

21.2.08


(yellow)

Num dia de chuva.






Mais amarelo aqui.

17.2.08


(chá)

Quando vou a Portimão, gosto de beber um chá na Casa da Isabel. Como se pode ver pelas imagens não é só pelo chá e pelos doces caseiros que lá vou.
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Juro que a coincidência de cores foi mesmo só coincidência!

7.2.08

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(a passo de caracol)

A minha ligação à internet tem estado péssima nos últimos dias! Ou seja, pior do que costuma estar... Liga e desliga a toda a hora. O resultado é não conseguir fazer nada do princípio ao fim :(
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Entretanto, mais do sotavento:
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